O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Acre (Idaf) identificou novos focos de moko da bananeira durante ações de vigilância fitossanitária realizadas no município de Feijó. A doença, causada pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, é uma das principais ameaças bacterianas à cafeicultura e bananicultura em regiões tropicais.
Ações de monitoramento e contenção
As equipes técnicas do órgão estadual intensificaram as inspeções de campo no município para mapear a ocorrência e adotar as medidas sanitárias cabíveis. O protocolo oficial prevê a interdição das áreas afetadas, a eliminação das plantas doentes e a aplicação de medidas rigorosas de biossegurança para evitar que o agente patogênico se espalhe para pomares vizinhos.
Orientações para o produtor
O Idaf reforça que o controle do moko depende diretamente da conscientização dos produtores rurais. A desinfecção constante de ferramentas de corte, como facões e colhedores, o uso de mudas sadias de origem certificada e a restrição ao trânsito de material vegetal suspeito são medidas primordiais para conter a praga na região.
Apuração: conteúdo produzido originalmente pelo site. Consultar fonte de referência.




