Monitoramento e defesa fitossanitária na bananicultura
A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) intensificou o cronograma de inspeções e varreduras fitossanitárias em propriedades rurais produtoras de banana no estado. O objetivo principal das equipes de fiscalização é identificar precocemente qualquer indício da presença do Moko da Bananeira, uma das bacteriostases mais destrutivas para a cultura das musáceas.
Impactos do Moko e sintomas de alerta
Provocado pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, o Moko afeta o sistema vascular da bananeira, provocando o amarelecimento e murchamento das folhas, além do escurecimento dos vasos internos e podridão do fruto. A disseminação pode ocorrer pelo trânsito de mudas infectadas, solo contaminado, água de irrigação ou ferramentas agrícolas não higienizadas. Caso seja confirmado em uma área, a legislação fitossanitária exige a erradicação da planta doente e o isolamento do raio do foco para conter a praga.
Medidas preventivas para o produtor
Além das fiscalizações em campo e do controle do trânsito vegetal, órgãos de defesa recomendam que os bananicultores adotem rigorosas medidas de biosseguridade. Entre as orientações vitais estão a aquisição exclusiva de mudas certificadas e com origem conhecida, a desinfecção constante de ferramentas de poda e colheita com sanitizantes adequados, e a interdição do acesso de veículos não higienizados às áreas de cultivo. Qualquer suspeita da doença deve ser notificada imediatamente à defesa agropecuária local.
Apuração: conteúdo produzido originalmente pelo site. Consultar fonte de referência.




